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A Morte Uma Grande Realidade (da)

 A Morte Uma Grande Realidade
Um homem morreu intempestivamente.

Ao dar-se conta viu que se aproximava um ser muito especial que não se parecia com nenhum ser humano.
Levava uma maleta consigo e lhe disse:

- Bem, amigo, é hora de irmos. Sou a morte.

O homem, assombrado, perguntou à morte:

- Já? Tinha muitos planos para breve.
- Sinto muito, amigo. Mas é o momento da tua partida.

- Que trazes nessa maleta?
E a morte lhe respondeu:
- Os teus pertences.

- Os meus pertences? São as minhas coisas, as minhas roupas, o meu dinheiro?
- Não, amigo, as coisas materiais que tinhas, nunca te pertenceram. Eram da terra.

- Trazes as minhas recordações?
- Não amigo, essas já não vêm contigo. Nunca te pertenceram. Eram do tempo.

- Trazes os meus talentos?
- Não amigo, esses nunca te pertenceram. Eram das circunstâncias.

- Trazes os meus amigos, os meus  familiares?
- Não amigo, eles nunca te pertenceram. Eram do caminho.

- Trazes a minha mulher e os meus filhos?
- Não amigo, eles nunca te pertenceram. Eram do coração.

- Trazes o meu corpo?
- Não amigo, esse nunca te pertenceram. São propriedade da terra.

- Então, trazes a minha alma?
- Não, amigo, ela nunca te pertenceu. Era do Universo.

Então o homem, cheio de medo, arrebatou à morte a maleta e abriu-a e deu-se conta de que estava vazia. Com uma lágrima de desamparo a brotar dos seus olhos, o homem disse à morte:

- Nunca tive nada?

- Tiveste, sim, meu amigo.Cada um dos momentos que viveste foram só teus. A vida é só um momento. Um momento todo teu.

Desfruta-o na sua totalidade. Vive o AGORA, Vive  a TUA  VIDA E não te esqueças de SER FELIZ. (DA)

 
Faço com carinho para VOCÊ!
Beijos e fique bem!
MMorgana

Assista Video: A Morte Uma Grande Realidade

 
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Society (Sociedade) – Eddie Vedder

     Para ouvir a musica clica no play abaixo     

Society – Eddie Vedder

Sociedade – Eddie Yedder

Oh, it’s a mystery to me
É um mistério para mim
We have a greed with which we have agreed
Nós temos uma ambição que concordamos
And you think you have to want more than you need
E você pensa que você tem que querer mais do que precisa
Until you have it all you won’t be free
Até você ter tudo, você não estará livre
Society, you’re a crazy breed
Sociedade, sua raça louca
Hope you’re not lonely without me…
Espero que não esteja solitária sem mim…
When you want more than you have
Quando você quer mais do que tem
You think you need
Você pensa que precisa
And when you think more than you want
E quando você pensa mais do que você quer
Your thoughts begin to bleed
Seus pensamentos começam a sangrar
I think I need to find a bigger place
Acho que preciso encontrar um lugar maior
Because when you have more than you think
Pois quando você tem mais do que imagina,
You need more space
Você precisa de mais espaço

Society, you’re a crazy breed
Sociedade, sua raça louca
Hope you’re not lonely without me…
Espero que não esteja solitária sem mim…
Society, crazy indeed
Sociedade, realmente louca
Hope you’re not lonely without me…
Espero que não esteja solitária sem mim…
There’s those thinking, more-or-less, less is more
Tem aqueles achando, mais ou menos, que menos é mais
But if less is more, how you keeping score?
Mas se menos é mais, como você mantém um placar?
Means for every point you make, your level drops
Quer dizer que pra cada ponto que faz, seu nível cai
Kinda like you’re starting from the top
É como começar do topo
You can’t do that…
Você não pode fazer isso…

Society, you’re a crazy breed
Sociedade, sua raça louca.
Hope you’re not lonely without me…
Espero que não esteja solitária sem mim…
Society, have mercy on me
Sociedade, tenha piedade de mim
Hope you’re not angry if I disagree…
Espero que não fique brava se eu discordar…


Eddie Vedder é um cantor estadunidense, vocalista da banda grunge Pearl Jam. A música "Society" faz parte de seu trabalho solo na trilha sonora do filme "Na natureza selvagem", em que um rapaz, descontente com a sociedade em que vive, resolve se isolar e viver sozinho na natureza, como uma espécie de ermitão. A música trata-se fundamentalmente de uma crítica ao consumismo e à nossa falta de consciência em relação a isso.


Society,  o filme
Após concluir seu curso na Emory University, o brilhante aluno e atleta Christopher McCandless (Emile Hirsch) abre mão de tudo o que tem e de sua carreira promissora. O jovem doa todas as suas economias – cerca de US$ 24 mil – para caridade, coloca uma mochila nas costas e parte para o Alasca a fim de viver uma verdadeira aventura. Ao longo do caminho, Christopher se depara com uma série de personagens que irão moldar sua vida para sempre.


Com meu carinho e amor
para VOCÊ!
Maga Morgana

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Como Prender Porcos Selvagens (da)

Como Prender Porcos Selvagens
 
Um dia, o professor de Química de um grande colégio, enquanto a turma estava no laboratório,  percebeu um jovem que coçava continuamente as costas e se esticava como se elas doessem. 
 
Ao ser questionado o aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas, pois tinha sido alvejado quando lutava contra os comunistas de seu país que estavam tentando derrubar o governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”.
 
No meio do relato ele olhou para o professor e perguntou: O senhor sabe como se capturam porcos selvagens ? Não, respondeu o professor. Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todo dia comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca. Mas só de um lado do lugar onde eles se acostumaram a vir.
 
Quando eles se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho e você coloca o outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam para comer. Você continua assim, até colocar os quatro lados da cerca em volta deles, com uma porta no último lado.
 
Os porcos, que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas, continuam a vir . Você, então, fecha a porteira e captura o grupo todo. E assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. 
 
Eles ficam correndo e dando voltas dentro das cercas, mas logo voltam a comer o milho fácil e gratuito. E ficam tão acostumados a ele que esquecem como caçar na floresta por si próprios. E por isso, aceitam a servidão.
 
O jovem, então, disse ao professor que era isso o que ele via acontecer em seu país.O governo ficava empurrando o povo para o comunismo e o socialismo e espalhando o milho gratuito, na forma de
 
propagandas de auxílio de renda,
bolsas isso e aquilo,impostos variados,
estatutos de proteção,cotas para estes e aqueles,
subsídio para todo tipo de coisa,
programas de bem-estar social,
medicina e medicamentos gratuitos.
 
Sempre e sempre novas leis.
 
Tudo ao custo da perda contínua da liberdade.
 
Migalha a migalha.
 
Devemos nos lembrar que NÃO EXISTE ESSE NEGÓCIO DE ALMOÇO GRÁTIS e, também, que NÃO É POSSÍVEL ALGUÉM PRESTAR UM SERVIÇO MAIS BARATO DO QUE SERIA SE VOCÊ MESMO O FIZESSE.
 
Finalmente, se você percebe que toda essa maravilhosa “ajuda” governamental se opõe ao futuro da democracia em nosso país, você vai mandar esta mensagem para seus amigos. Mas se você acha que políticos e ongueiros pedem mais poder para as classes deles tirarem liberdade e dinheiro dos outros para beneficiar “você” ou os “pobres”, então você, provavelmente, vai deletar este email. E que Deus o ajude quando trancarem a porteira!
 
O milho já está sendo colocado faz tempo; as cercas estão sendo colocandas aos poucos; imperceptivelmente.
 
E quando menos se espera.. PRONTO!
 
TRANCAM A PORTEIRA! 
 
De Autor Traído:
Um dia copiado e
hoje dado como desconhecido.
 
Texto retirado do PPS Formatado por Cris Sousa e
Reformatado por eliofernandes@uol.com.br
 
Com meu carinho
para VOCÊ!
MMorgana
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Ganhei Coragem – Rubem Alves

 

Ganhei coragem

“Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece“, observou Nietzsche. É o meu caso. Muitos pensamentos meus, eu guardei em segredo. Por medo. Albert Camus, ledor de Nietzsche, acrescentou um detalhe acerca da hora quando a coragem chega: “Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos“. Tardiamente. Na velhice. Como estou velho, ganhei coragem. Vou dizer aquilo sobre que me calei: “O povo unido jamais será vencido“: é disso que eu tenho medo.

Em tempos passados invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. Mas Deus foi exilado e o “povo“ tomou o seu lugar: a democracia é o governo do povo… Não sei se foi bom negócio: o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de televisão que o povo prefere.

A Teologia da Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica. Nada mais distante dos textos bíblicos.Na Bíblia o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse, na montanha, para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro. Voltando das alturas Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os 10 mandamentos.

 E há estória do profeta Oséias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras idéias. Amava a prostituição. Pulava de amante a amante enquanto o amor de Oséias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou… Passado muito tempo Oséias perambulava solitário pelo mercado de escravos… E que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava. Oséias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: “Agora você será minha para sempre…“ Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. Deus era o amante apaixonado. O povo era a prostituta. Ele amava a prostituta. Mas sabia que ela não era confiável.
 
O povo sempre preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhes contavam mentiras.
As mentiras são doces. A verdade é amarga. Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo.
 
No tempo dos romanos o circo era os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram. Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos. Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro O homem moral e a sociedade imoral observa que os indivíduos, isolados, têm consciência.
 
São seres morais. Sentem-se “responsáveis“ por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo, tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais.
 
Mas o povo não é moral. O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo. Meu amigo Lisâneas Maciel, no meio de uma campanha eleitoral, me dizia que estava difícil porque o outro candidato a deputado comprava os votos do povo por franguinhos da Sadia. E a democracia se faz com os votos do povo…
Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. É sobre esse pressuposto que se constrói o ideal da democracia.
Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado.
O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão.
Quem decide as eleições – e a democracia – são os produtores de imagens.
Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras.
O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam.
 
Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade.
Uma coisa é o ideal democrático, que eu amo. Outra coisa são as práticas de engano pelas quais o povo é seduzido.
O povo é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham.
Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo.
Jesus Cristo foi crucificado pelo voto popular, que elegeu Barrabás.
Durante a Revolução Cultural na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária.
Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar.
O nazismo era um movimento popular. O povo alemão amava o Führer. O mais famoso dos automóveis foi criado pelo governo alemão para o povo: o Volkswagen. Volk, em alemão, quer dizer “povo“…

O povo unido jamais será vencido!

Tenho vários gostos que não são populares.
Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos… Mas, que posso fazer? Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio, não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol (tive a desgraça de viajar por duas vezes, de avião, com um time de futebol…). Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos e engolir sapos e a brincar de “boca-de-forno“, à semelhança do que aconteceu na China.

De vez em quando, raramente, o povo fica bonito. Mas, para que esse acontecimento raro aconteça é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute: “Caminhando e cantando e seguindo a canção…“ Isso é tarefa para os artistas e educadores: O povo que amo não é uma realidade. É uma esperança.
Rubem Alves
(Folha de S. Paulo, 05/05/2002)

Retirado do site: A Casa de Rubem Alves  http://www.rubemalves.com.br/ganheicoragem.htm

Com meu carinho para VOCÊ!
MMorgana

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Eu Sou o Palhaço – Nailor Marques Jr.

Eu sou o Palhaço!

 

Diz uma história que numa cidade apareceu um circo, e que entre seus artistas havia um palhaço com o poder de divertir, sem medida, todas as pessoas da platéia e o riso era tão bom, tão profundo e natural que se tornou terapêutico. Todos os que padeciam de tristezas agudas ou crônicas eram indicados pelo médico do lugar para que assistissem ao tal artista que possuía o dom de eliminar angústias.
Um dia porém um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou o doutor. O médico então, sem relutar, indicou o circo como o lugar de cura de todos os males daquela natureza. O homem nada disse, levantou-se, caminhou em direção à porta e quando já estava saindo, virou-se, olhou o médico nos olhos e sentenciou: “não posso procurar o circo… aí está o meu problema: eu sou o palhaço”.
Como professor vejo que, às vezes, sou esse palhaço, alguém que trabalhou para construir os outros e não vê resultado muito claro daquilo que faz. Tenho a impressão que ensino no vazio, porque depois de formados meus ex-alunos parecem que se acostumam rapidamente com aquele mundo de iniqüidades que combatíamos juntos.
Parece que quando meus meninos e minhas meninas caem no mercado de trabalho a única coisa que importa é quanto cada um vai lucrar, não importando quem vai pagar essa conta e nem se alguém vai ser lesado nesse processo.
Isso vem me assustando cada vez mais, desde que repreendi, numa conversa com alunos, o comportamento do cantor Zeca Pagodinho, no episódio da guerra das cervejas e quase todos disseram que o cantor estava certo, pois tontos foram os que confiaram nele. “O importante, professor, é que o cara embolsou milhões”, disse-me um; outro: “daqui a pouco ninguém lembra mais, no Brasil é assim, e ele vai continuar sendo o Zeca, só que um pouco mais rico”, todos se entreolharam e riram.
A pergunta é: “É possível, pela lógica, que todo mundo ganhe? Para alguém ganhar é óbvio que alguém tem de perder.” A lógica é guardar o troco a mais recebido no caixa do supermercado; é enrolar a aula fingindo que a matéria está sendo dada; é fingir que a apostila está aberta na matéria dada, mas usá-la como apoio enquanto se joga forca, batalha naval ou jogo da velha; é cortar a fila do cinema ou da entrada do show; é dizer que leu o livro, quando ficou só no resumo; é marcar só o gabarito na prova em branco, copiado do vizinho, alegando que fez as contas de cabeça; é comprar na feira uma dúzia de quinze laranjas; é bater num carro parado e sair rápido antes que alguém perceba; é brigar para baixar o preço mínimo das refeições nos restaurantes universitários, para sobrar mais dinheiro para a cerveja da tarde; é arrancar as páginas ou escrever nos livros das bibliotecas públicas; é arrancar placas de trânsito e colocá-las de enfeite no quarto; é trocar o voto por benefícios; é fraudar propaganda política mostrando realizações que nunca foram feitas.
 
É a lógica da perpetuação da burrice. Quando um país perde, todo mundo perde. E não adianta pensar que logo bateremos no fundo do poço, porque o poço não tem fundo. Parafraseando Schopenhauer: “Não há nada tão desgraçado na vida da gente que ainda não possa ficar pior”. De nada adianta o conhecimento sem o caráter. Que nas escolas seja tão importante ensinar Literatura, Matemática ou História quanto decência, senso de coletividade, coleguismo e respeito por si e pelos outros.

Então, uma pirueta, duas piruetas, bravo! Bravo! E vamos todos rindo e afinando o coro do “se eu livrar a minha cara o resto que se dane”. Enquanto isso o Brasil de irmã Dulce, de Manuel Bandeira, do Betinho, de Clarice Lispector, de Chiquinha Gonzaga e de muitos outros heróis anônimos que diminuíram a dor desse país com a sua obra, levanta-se, caminha em silêncio até a porta, vira-se e diz: “Esse é o problema… eu sou o palhaço”.

Nailor Marques Jr.
Prof. de Literatura Brasileira em Maringá – PR,
palestrante e autor de vários livros.
Atelier de Redacao
 
Beijos com meu carinho
MMorgana
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Medicina Oriental


 
 
Medicina Oriental
Um ocidental em visita à China ficou surpreso de ver
a quantidade de velhos saudáveis, e, curioso sobre
os aspectos da milenar medicina chinesa, 
indagou de um experiente médico qual
o segredo para se viver mais e melhor.

Ouviu do mesmo a sábia resposta:

"- É muito simples.
É só:
Comer a metade.
Andar o dobro.
E rir o triplo."

Parece simples, mas em verdade é o inverso do

que se assiste

na vida agitada e  insana dos "civilizados" ocidentais…

Desejo a VOCÊ
Uma Feliz 5a. feira!!

Beijos com carinho e
amor da 

 

 
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